Pharol, a lutar na justiça por indemnizações dos três homens fortes da antiga Portugal Telecom, viu o Tribunal libertar o arresto dos bens dos gestores responsáveis pelo investimento de quase €900 milhões no Grupo Espírito Santo. A juíza Carla Rodigues diz no entanto que subsistem fundamentos para considerar que Zeinal, Granadeiro e Pacheco de Melo violaram os deveres a que estavam sujeitos enquanto gestores.
Arresto sobre antigos administradores da PT (que deu lugar à Pharol) estavam em vigor desde janeiro de 2023. As primeiras ações de responsabilidade civil da empresa contra ex-gestores remontam a 2016.
Tribunal entende que os três gestores violaram os deveres a que estavam sujeitos enquanto gestores da PT, mas não provou quem em concreto aceitou ou ordenou a subscrição dos títulos de dívida do GES.
O resultado líquido positivo da empresa liderada por Palha da Silva reverte os 967.000 euros de prejuízos verificados no ano anterior, devido ao impacto de reembolsos fiscais. A antiga PT SGPS procura agora novos investimentos e vai avançar para um reagrupamento de ações.
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